segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Léxico Grego-Português do Novo Testamento




Para os amantes das escrituras e seu estudo nos originais, apresentamos para você o Léxico grego Português do NT. Aqui você encontra os significados mais amplos das palavras do grego original. Excelente ferramenta para os estudantes da palavra de DEUS. Então não perca tempo, entre na pagina abaixo e verifique, coloque ela como sua pagina de consultas sempre que desejar fazer um estudo mais profundo das escrituras.

http://dicionariobiblico.blogspot.com/

ROBERTO MCALISTER ALERTOU: "TELEVISÃO CRIA MONSTROS





por Alan Capriles

O Bispo Robert McAlister, fundador da Igreja Pentecostal de Nova Vida, foi pioneiro em transmitir o Evangelho pela televisão brasileira. Em 1978, se tornou um dos primeiros televangelistas com o programa "Coisas da Vida", que apresentou por um bom tempo na TV Tupi.

Apesar de já não estar mais conosco desde 1993, somente agora se tornou pública a razão pela qual o bispo Roberto deixara de fazer programas na televisão, abrindo espaço para R.R. Soares, Silas Malafaia, entre outros.

A revelação vem por meio de seu filho, Walter McAlister, bispo primaz da Aliança das Igrejas Cristãs de Nova Vida, que lançou recentemente "O Fim de Uma Era", livro em que traça uma radiografia da Igreja evangélica brasileira desde o início do século XXI.

Numa época de tantos programas evangélicos na TV e de tantas celebridades no mundo gospel, esta revelação soa como um grave alerta, que deveria ser amplamente difundida. Levando em conta que o bispo Roberto McAlister foi pioneiro no televangelismo, aqueles que hoje fazem de tudo para continuar aparecendo na TV deveriam considerar as razões de suas palavras, e a impressionante conclusão de seu filho.

Segue, portanto, o trecho do livro de Walter McAlister, no qual não apenas revela porque seu pai preferiu se afastar da televisão, como também explica porque as programações evangélicas deveriam ser extintas da TV.

Meu pai fez um programa de televisão durante um tempo. Ele me disse: "Televisão cria monstros". Eu vi o quanto ele lutava contra a vaidade gerada pelo fato de ser conhecido na rua. Ele mesmo me confessou como a vaidade dele era um problema para ele, por causa de sua fama. Televisão evangélica apenas cria celebridades, não avança a causa de Cristo. Por quê? Porque não se assiste a televisão para ouvir a verdade. É como levar a mensagem do Evangelho para o circo e pregar entre o show dos macados amestrados e o dos palhaços. Pessoas não vão ao circo para ouvir o Evangelho, e sim para se divertir com os macacos, os palhaços, os acrobatas. Então, de repente, o Evangelho se insere num contexto completamente contrário àquele que tem a estrutura necessária para transmiti-lo. E o que acontece? Leva-se a Arca para fora do Santo dos Santos, para o campo de batalha. No popular: a Igreja vira circo. Com isso, a Igreja perde a batalha, pois, em vez de se concentrar naquilo que é sagrado, construir comunidade, ensinar a verdade e formar bons discípulos, está numa guerra voltada para determinar quem grita mais alto no meio do circo chamado "televisão".
O FIM DE UMA ERA - Walter McAlister - Editora Anno Domini - pág. 40
http://www.ofimdeumaera.com.br/

Extraido do Blog do Pr Allan Capriles

Harold Camping e a vinda de Jesus em 2011

Harold Campin fundador do Ministerio Family Radio




Recebi alguns meses atrás uma carta da Family Radio, ministério na liderança do DR Harold Camping. Após a leitura da carta circular, a surpresa: Camping voltou a estabelecer uma data para a vinda de Cristo. agora a nova data é 21 de maio de 2011.

A história de Harold Camping é trágica para quem tem boa memória, Camping já errou em suas previsões, pois na década de 1990, ele publicou um livro que previa a vinda de Jesus para o ano de 1994. é lógico que ele errou, mas isso não foi motivo para um novo calculo, agora para o ano de 2011. Há varias publicações que foram distribuídas pela Family Radio, cujo autor é Harold Camping. Essas publicações tem sido distribuída em todo mundo, sendo traduzidas para diversos idiomas inclusive para o português. Embora uma quantidade enorme de lideres, escritores e estudantes de profecias que se identificam como cristãos evangélicos, tem errado na questão das datas para a vinda de Cristo e para o arrebatamento da igreja. Esses mestres de confusão tem trazido uma nuvem de obscuridade sobre o cristianismo, promovendo falsos ensinos entre os protestantes evangélicos, comprometendo a sã doutrina e a ortodoxia. Muitos deles tem tido livre curso entre os cristãos, mesmo depois de errarem nos cálculos sobre o advento de CRISTO.

No livro “Nós Estamos Quase Lá” Harold Camping pula para o campo da especulação escatológica, faz cálculos e trabalha encima de uma numerologia bíblia complexa e imaginativa. Camping que tem o ministério funcionando aqui no Brasil, e divulga sua literatura através de programas de radio, que são transmitidos via satélite para todo mundo, inclusive na língua portuguesa, ensina doutrinas estranhas como:

1) O Espírito Santo não atua mais na igreja

2) A era da igreja acabou em 1994

3) Propaganda pró-mormonismo

4) Todas as igrejas do mundo se apostataram

5) Ninguém se salvou entre os períodos 1988 a 1994.

Não somente em Mateus 24:24 Cristo nos adverte sobre o aparecimento de falsos profetas, mas o apostolo Pedro também adverte sobre o aparecimento dos Falsos Cristos e falsos mestres em II Pedro 2:1. essas passagens tem se cumprido ao pé da letra em nossos dias, o que nos leva a tomarmos cuidado, pelo fato desses dias serem perigosos e confusos, trazendo assim muita confusão e obscuridade sobre temas ligados aos ensinos que abordam a temática escatológica.

A tendência de camping de desenvolver um perfil religioso próprio, o coloca na mesma trilha daqueles que fundaram uma seita.

Devemos tomar cuidado, pelo fato do ministério de Harold Camping, tem livre curso aqui no Brasil e muitas pessoas recebem literatura ou tem contato com a literatura de Harold Camping distribuídos pelo ministério da Family Radio.


CJJ

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


Considerado como uma das melhores ferramentas de estudos da biblia e treinamento em diversas areas da igreja, são centenas de assuntos e mais de 1000 paginas de estudos biblicos sobre diversos assuntos. Uma verdadeira feramenta para cada lider que deseja se comprometer mais com a obra do SENHOR.
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010




Divórcio: o escândalo da consciência evangélica

Por Dr. Albert Mohler

Nota: Albert Mohler é o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul — a mais importante faculdade da Convenção Batista do Sul e um dos maiores seminários do mundo.

Quinta-feira, 30 de setembro de 2010 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Mark A. Smith, que ensina ciência política na Universidade de Washington, presta atenção ao que é comumente chamado agora de “guerra cultural” nos EUA. Embora as raízes desse conflito cultural remontem à década de 1960, a profunda divisão por causa de questões sociais e morais ficou quase impossível de negar durante o final da década de 1970 e desde então. É agora opinião geral falar de estados “vermelhos” e estados “azuis”, e esperar conhecidas linhas de divisão por causa de questões tais como aborto e homossexualidade.

No sentido mais geral, a guerra cultural se refere à luta para decidir leis e costumes em muitas questões morais e políticas que separam os americanos em dois acampamentos opostos, muitas vezes apresentados como a direita religiosa e a esquerda secular. Embora a verdade jamais seja muito simples, a realidade da guerra cultural é quase impossível de negar.

Entretanto, ao examinar as linhas de frente da guerra cultural, o Professor Smith ficou surpreso, não tanto pelas questões de polêmica e debate acalorado, mas por uma questão que não era tão óbvia por sua ausência — o divórcio.

“A partir da perspectiva da lógica simples, o divórcio se enquadra de forma nítida dentro da categoria de ‘valores da família’ e daí em hipótese poderia representar a força propulsora na guerra cultural maior”, comenta ele. “Se os ‘valores da família’ se referem à ética e conduta que afetam as famílias, então obviamente o divórcio cumpre os requisitos. Aliás, o divórcio parece carregar uma conexão mais direta com as realidades cotidianas das famílias do que carregam o aborto e a homossexualidade, que são as principais questões da guerra cultural”.

Essa lógica é uma acusação contra o fracasso evangélico e um escândalo monumental da consciência evangélica. Confrontados com essa acusação, muitos evangélicos rapidamente apontam para a adoção das chamadas leis de divórcio sem determinação de culpabilidade na década de 1970. Contudo, embora essas leis tenham sido devastadoras para as famílias (e principalmente para as crianças), Smith faz um argumento convincente de que os evangélicos começaram a se acomodar ao divórcio antes que essas leis tivessem entrado em vigor. As leis de divórcio sem determinação de culpabilidade refletiam simplesmente um reconhecimento do que já havia ocorrido. Conforme ele explica, os evangélicos americanos, junto com outros cristãos, começaram a mudar de opinião acerca do divórcio quando o divórcio ficou comum e quando o divórcio tinha chegado até às proximidades de seus lares.

Quando a direita cristã foi organizada na década de 1970 e solidificada na década de 1980, as questões do aborto e da homossexualidade estavam na atenção central de todos. Onde é que estava o divórcio? Smith documenta o fato de que organizações tais como a Moral Majority (Maioria Moral), que era “pró-família tradicional” e presidida pelo falecido Jerry Falwell, de modo geral não conseguiram nem mesmo mencionar a questão do divórcio em suas publicações e plataformas.

“Durante os 10 anos de sua existência, a organização de Falwell mobilizou e fez iniciativas de pressão em muitas questões políticas, inclusive aborto, pornografia, direitos gays, oração nas escolas, a Emenda de Direitos Iguais e a educação sexual nas escolas”, recorda ele. Onde está o divórcio — uma tragédia que afeta um número muito maior de famílias do que as questões mais “quentes”? A questão do divórcio não conseguiu alcançar essa posição elevada, obtendo uma classificação tão baixa na agenda da organização que os livros sobre a Maioria Moral nem mesmo dão à questão um verbete nos índices.

Mas o escândalo real é muito mais profundo do que a ausência da palavra divórcio nas listagens de índices. O escândalo real é o fato de que os evangélicos se divorciam em índices tão elevados quanto o resto do público. Não é necessário dizer que isso cria uma importante crise de credibilidade quando os evangélicos então se levantam para falar em defesa do casamento.

Quanto à questão do divórcio e direito público, Smith rastreia uma transição imensa no direito e no contexto cultural maior. Em tempos passados, explica ele, tanto o divórcio quanto o casamento eram considerados como assuntos de intenso interesse público. Mas em algum ponto, a cultura foi transformada, e o divórcio foi reclassificado como um assunto puramente pessoal.

Tragicamente, a igreja em grande parte seguiu o exemplo de seus membros e aceitou o que se poderia chamar de a “privatização” do divórcio. As igrejas simplesmente permitiram que uma cultura secular decidisse que o divórcio não é uma questão importante, e que é um assunto puramente particular.

Conforme argumenta Smith, a Bíblia condena o divórcio de modo bastante enérgico. Por esse motivo, o natural seria esperarmos ver evangélicos reivindicando a inclusão do divórcio numa lista de preocupações e objetivos centrais. Mas isso raramente ocorreu. Os evangélicos têm toda razão e merecimento quando reivindicam leis que defendam a santidade da vida humana. Mas isso não ocorre na questão do casamento. Smith explica que a inclusão do divórcio na agenda da direita cristã traria o risco de que os membros se afastassem em massa de suas igrejas. Em resumo, os evangélicos permitiram que a cultura da sociedade prevalecesse sobre a Palavra de Deus.

Uma tragédia ainda maior é o colapso da disciplina eclesiástica dentro das congregações. A maioria dos membros das igrejas simplesmente presume que há uma aparente “zona de privacidade”, e o divórcio é considerado apenas uma preocupação particular.

O Professor Smith está preocupado com essa questão como um cientista político. Por que os evangélicos americanos cedem com tanta facilidade desde que o divórcio acelerou nos EUA? Precisamos fazer essa mesma pergunta com urgência ainda maior. Como foi que o divórcio, tão claramente identificado como pecado grave na Bíblia, se tornou tão comum e aceito em nosso meio?

A santidade da vida humana é uma causa que exige nossa prioridade e sacrifício. O desafio que a possibilidade (ou probabilidade) da legalização do casamento de mesmo sexo representa exige nossa atenção e envolvimento também.

Mas o divórcio prejudica muito mais vidas do que serão tocadas pelo casamento homossexual. Crianças ficam sem pais, esposas sem maridos e lares são destroçados para sempre. Pais são separados de seus filhos, e o casamento é irreparavelmente arruinado quando o divórcio se torna rotina e aceito. O divórcio não é o pecado imperdoável, mas é pecado, e é um pecado que é condenado de forma bastante clara e forte.

Os evangélicos estão seriamente preocupados com a família, e tal preocupação é boa e necessária. Mas nossa credibilidade na questão do casamento sofre um rebaixamento significativo quando aceitamos o divórcio. Para nossa vergonha, a guerra cultural não é o único lugar em que um confronto real com a cultura do divórcio está ausente.

O divórcio é agora o escândalo da consciência evangélica.

Este artigo foi publicado com a permissão de AlbertMohler.com

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Televisão

Antigamente os cristãos olhavam para a biblia e afirmavam: a televisão promove o mundanismo e o pecado, e era evitado. Hoje a maioria dos cristãos olham para a televisão e não enxergam nenhum mal nisso, porque os olhos já estão enfermos pela iniquidade...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Como o mundo vê o pecado

Determinismo Revisitado


(autor ignorado)

"Fui ao meu psiquiatra - para ser psicanalizado
Esperando que ele pudesse me dizer por que esmurrei ambos os
olhos do meu amor.
Ele me fez deitar em seu sofá para ver o que poderia descobrir
E eis o que ele pescou do meu subconsciente:
Quando eu tinha um ano mamãe trancou minha bonequinha
no baú
E por isso é natural que eu esteja sempre bêbada.
Um dia, quando eu tinha dois anos, vi papai beijar a
empregada
E por isso eu sofro de cleptomania.
Quando eu tinha três anos senti amor e ódio por meus irmãos
E é exatamente por isso que espanco todos os meus amantes!
Agora estou tão feliz por ter aprendido essas lições que me foram
ensinadas
De que tudo que faço de errado é culpa de alguém!
Que tenho vontade de gritar: viva Sigmund Freud!"



POSTAIS COM VERSICULOS BIBLICOS




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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Os santos devem andar sozinhos...

O Caminho da multidão não é a melhor opção para os que desejam andar com DEUS...






Foi um dos textos que mais impactou a minha vida, eu li num momento de crise, então refleti nas palavras de A. W. Tozer. E realmente cheguei a conclusão de que nesses dias dificeis, as palavras de Tozer ainda continuam válidas. Tomei a liberdade de postar a versão do Pastor João de Souza Filho, por ser interessente, e convido meus leitores a visitar a pagina desse nobre pregador no final do artigo:

Os Santos Têm que Caminhar Sozinhos

A. W. Tozer

Tradução de João A. de Souza Filho

Os grandes santos caminharam em solidão. A solidão parece ser o preço a ser pago por todos os que buscam a santificação. Na aurora da criação – ou deveríamos dizer nas trevas que acometeram o homem após a criação – o piedoso Enoque andou com Deus e Deus o levou para si. Embora não conste no texto bíblico, presume-se que Enoque viveu diferentemente de seus contemporâneos.

Noé era outro solitário, porque, de todos os que viveram na era pré-diluviana ele foi um dos poucos que encontrou graça diante de Deus, e tudo indica que era um homem solitário, inda que cercado e tanta gente.

Abraão convivia com Sara e Ló e com outros servos e pastores, e os que lêem a história deste homem de Deus podem perceber que ele vivia como uma estrela solitária. Ao que parece Deus nunca falou a Abraão na presença de outros homens. Prostrado ele comungava com Deus e não existem indícios de que se prostrava diante de Deus na presença dos outros. Que cena solene quando na noite escura a tocha de fogo passou sobre os pedaços de animais. Abraão estava só! Ali, sozinho em meio as trevas terríveis que o acometeram, ele ouviu a voz de Deus, e entendeu que fora marcado para receber o favor divino.

Moisés também se separava. Vivendo na corte de Faraó ele caminhava sozinho, e numa dessas caminhadas longe da multidão ele viu um egípcio e um hebreu lutando, e saiu em socorro do compatriota. Depois que fugiu viveu em completa reclusão no deserto. Cuidando das ovelhas viu a sarça que ardia; anos depois no cume do Sinai ele ficou diante da maravilhosa Presença (de Deus), meio oculta, meio exposta pela nuvem e pelo fogo.

Os profetas do Antigo Testamento eram diferentes uns dos outros, mas uma marca tinham em comum: a solidão com Deus. Eles amavam o povo e alegravam-se com a religião de seus pais, no entanto, sua lealdade ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó, e o zelo pelo povo de Israel os afastava da multidão mergulhando-se em longos períodos de pesar. “Tornei-me estranho a meus irmãos e desconhecido aos filhos de minha mãe” (Sl 69.8). Foi o clamor de um deles que falou em nome dos demais!

Nada é mais revelador que a visão que Moisés teve daquele sobre quem todos os profetas escreveram, descrevendo-lhe a solidão na cruz. A solidão profunda não foi percebida pela presença da multidão.

É meia noite. No cimo das Oliveiras

A estrela brilhante seu brilho feneceu

É meia noite. No jardim, agora,

O Salvador sofredor solitário, ora.

É meia noite. Longe de todos

O Salvador luta contra seus temores, só.

Até o discípulo a quem ama

Não se importa com as dores e

lágrimas do seu mestre (Willian B. Tappan).

Na escuridão, solitário morreu, escondido dos mortais; e ninguém o viu quando triunfante ressuscitou saindo da tumba, inda que muitos o viram depois e deram testemunho de sua glória. Existem coisas sagradas demais para que o olho humano contemple, a não ser Deus. A curiosidade, o clamor, as boas intenções em querer ajudar, apenas impedem a alma que espera tornando impossível a comunicação da mensagem secreta de Deus ao coração do adorador.

Reagimos, muitas vezes a um tipo de religiosidade e repetimos por obrigação palavras e frases apropriadas, inda que estas não expressem nossos reais sentimentos, porque carecem de autenticidade e de experiência pessoal.

Este é o tempo para isto. Uma lealdade convencional pode levar algumas pessoas a dizerem que isto não é verdadeiro, afirmando coisas como, “não estou só”, porque Cristo disse “Nunca te deixarei nem te abandonarei” e “estarei contigo para sempre”. Como posso ficar sozinho se Jesus está comigo?

Claro, não quero analisar a sinceridade dessas pessoas, mas tal testemunho é lindo demais para ser real. É óbvio que é uma declaração do que deveria ser verdadeiro e não da realidade experimental. Esta alegre negação de solidão é prova de que a pessoa nunca andou com Deus a não ser pela sustentação e encorajamento da sociedade.

O senso de companhia que erroneamente atribui à presença de Cristo, possivelmente seja fruto da amizade das pessoas. Lembre-se que você não pode carregar sua cruz com outras pessoas. Mesmo que esteja cercado pela multidão, a cruz é só dele e a cruz que ele carrega marca-o como pessoa que vive à parte das demais. A sociedade está contra ele, do contrário não carregaria uma cruz. Ninguém é amigo de alguém com uma cruz. “Todos o abandonaram”.

A dor da solidão é fruto da constituição de nossa natureza. Deus nos fez gregários. Para viver em grupo. Este desejo por companhia é natural e correto. A solidão do cristão é resultado de sua caminhada com Deus num mundo impiedoso. Jornada que às vezes o afasta da companhia de bons irmãos, e também do mundo. O instinto que Deus pôs no cristão clama pela companhia de outras pessoas, por pessoas que entendam seus desejos, aspirações, sua dedicação a Cristo, e, pelo fato de haver tão poucas pessoas em seu círculo de amizade que partilham de experiências profundas, o cristão se vê forçado a andar só.

O desejo anelante dos profetas por compreensão humana levava-os a clamar e a reclamar, e até nosso Senhor sofreu da mesma maneira.

A pessoa que se posta ante a divina Presença e tem uma experiência interior, não será compreendida. Claro que se envolverá na vida social da igreja, porque terá que se encontrar com as pessoas nos cultos, mas encontrará dificuldades em encontrar a verdadeira amizade espiritual. E não pode esperar que as coisas sejam diferentes. Afinal, este cristão é um peregrino e estrangeiro, e a jornada que empreende não é feita com os pés, mas com o coração. Ela anda com Deus no jardim secreto de sua alma – e somente Deus pode caminhar com ele ali. Tal pessoa tem um espírito diferente daqueles que pisam os átrios da casa de Deus. O que ela vê, os demais apenas ouviram; e tal pessoa caminha com elas, à semelhança de Zacarias depois de sua experiência, quando as pessoas diziam: “Ele teve uma visão”.

O verdadeiro homem espiritual é um ente singular. Não vive para si mesmo, e sim para promover o interesse de Cristo. Procura persuadir os demais a entregarem tudo ao seu Senhor, sem se preocupar com o que irá receber em troca. Seu prazer não está em ser honrado, mas em ver seu Salvador glorificado diante dos homens. Seu prazer está em promover seu Senhor, enquanto ele mesmo quer ser negligenciado. Poucos são os que ele encontra que se interessam em conversar sobre o supremo objeto de seu prazer, por isso silencia e se preocupa no meio da multidão ruidosa e interesseira.

Não é sem razão que tem a reputação de ser duro e sério, por isso é evitado e o abismo entre ele e a sociedade aumenta. Busca encontrar amigos cujas vestes ele pode sentir o aroma das mirras e aloés e da cássia, pessoas que vivem longe dos palácios de marfins, e a poucos encontra, e ele, como Maria guarda essas coisas em seu coração.

É esta solidão que o lança nos braços de Deus. “Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá” (Sl 29.10). Por não encontrar amizades humanas é impelido a buscar em Deus o que não consegue encontrar nos amigos. Aprende em solitude interior o que não consegue aprender com a multidão – que Cristo é tudo em todos, feito sabedoria, justiça, santificação e redenção, e que nele possuímos o sumo da vida.

Duas coisas ainda precisam ser ditas: Primeiro. O homem solitário do qual falamos não é um ser arrogante e orgulhoso, nem tampouco o mais santo que todos, um santo austero ironicamente satirizado pela literatura popular. Ele sente que é o menor de todos os homens, e se condena por sua solidão. Anela compartilhar seus sentimentos com outras pessoas, abrir seu coração com alguém que o entenda, mas o clima espiritual em que vive não o anima a fazê-lo, por isso permanece em silêncio e conta seus dramas somente a Deus.

Segundo. O santo solitário não se afasta nem ignora o sofrimento das pessoas, gastando seus dias em contemplação empírica. O contrário é verdadeiro. Sua solidão leva-o a sentir empatia aos quebrantados de coração, aos pecadores e caídos. Por viver separado do mundo pode ajudar os que são pelo mundo violentados. Meister Eckhart ensinava seus discípulos que se estivessem em oração e soubessem que uma pobre viúva precisava de alimentos, deveriam interromper o tempo de oração para cuidar da viúva. “Depois você pode recomeçar suas orações onde você as interrompeu. Deus não levará isso em conta”. Este é o comportamento típico dos grandes mestres e místicos de vida interior plena, desde os tempos de Paulo até nossos dias.

A fraqueza de certos cristãos é que se sentem confortavelmente em casa no mundo. Na tentativa de conseguir se ajustar a uma sociedade degenerada perderam sua característica de peregrinos e se tornaram parte da mesma ordem moral contra as quais deveriam protestar. O mundo os aceita e os reconhece pelo que são. E esta é a pior coisa que pode ser dita a respeito deles. Não são solitários nem santos.


EXTRAIDO DE: www.pastorjoao.com.br




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HALLOWEEN,COSME E DAMIÃO, DIA DA PADROEIRA... NOSSAS CRIANÇAS CORREM PERIGO.




Pr.luciano
Nossas crianças correm um grande perigo. É assim que inicio esta mensagem, com uma frase forte, não para amedrontar, mas para alertar a todos do grande perigo que nossas crianças estão correndo. Neste mês de outubro se comemora o dia das crianças (dia 12), dia de halloween (dia 31) e não por coincidência o dia (para os católicos) da senhora Aparecida, que por a Palavra de Deus ser pregada em todo Brasil, está (Aparecida) desaparecendo, gloria a Deus! Feliz é nação cujo Deus é o Senhor, Salmo 33.12.
No Brasil se tem o costume de “catequizar”, numa tentativa de “catolizar”, como foi no início do descobrimento do Brasil, as pessoas e as crianças sempre foram alvo dessa sutil, artimanha de Satanás. Sabemos que ele veio para roubar, matar e destruir, João 10.10.
Ele quer aniquilar o povo de Deus e o jeito mais fácil que ele encontrou foi de tocar em nossas crianças, pois, não é de se estranhar que nesses dois meses, Setembro e Outubro temos três festas para as crianças. Cosme e Damião (27 de Setembro), e como disse antes a festa de senhora Aparecida junta com o “dia das crianças” (12 de Outubro) e halloween( 31 de Outubro). E essas festas são com toda certeza uma oferenda a satanás. A porta se abre para isso no dia de Cosme e Damião. O dia de São Cosme e Damião é celebrado também pelo Candomblé, e pelos centros de Umbanda onde são associados aos ibejis, gêmeos amigos das crianças que teriam a capacidade de agilizar qualquer pedido que lhes fosse feito em troca de doces e guloseimas. O nome Cosme significa "o enfeitado" e Damião, "o popular”. Estas religiões os celebram enfeitando seus templos com bandeirolas e alegres desenhos, tendo-se o costume, de dar às crianças (que lotam as ruas em busca dos agrados) doces e brinquedos.
Passa-se agora pelo dia 12 de outubro, um suposto dia das crianças que na verdade é uma fusão de Maria (mãe do menino Jesus para os católicos, que até hoje falam de Jesus como se ele fosse uma criança) e as crianças (“menino Jesus” para os católicos) tentando assim incutir na cabeça delas e de todos, que toda criança (como o menino Jesus) precisa de uma mãe, “Maria”. E aí a porta se abre cada vez mais para o engano, seja ocultismo (Cosme e Damião), catolicismo (dia da “padroeira do Brasil, Aparecida”) e satanismo (halloweem), tudo muito parecido, só muda a coleira, o cachorro é o mesmo.
Chega-se por fim no dia de halloween que culmina com rituais satânicos, bruxaria, feitiçaria e até sacrifícios humanos. Vamos entender um pouco do halloween? Mas antes disso, pais tomem cuidado com que seus filhos vêem, ouvem, comem, tocam e participam. Ensine a criança o caminho que deve andar e quando for velha não se desviará dele. Provérbios 22.6.
Entenda um pouco dessa diabólica festa chamada halloweem, que infelizmente muitas igrejas têm aberto suas portas para comemorar “o halloween gospel”:
AFINAL, O QUE É A FESTA DE HALLOWEEN?
O Halloween acontece nas noites dos dias 31 de Outubro que são geralmente celebradas com festas a fantasia, fogueiras e com crianças fantasiadas de monstros, fantasmas, bruxas, etc., saindo de casa em casa pedindo doces (brincadeira de "trick or treat", "travessuras ou doces").
Hoje, Halloween é um dia importante para os lojistas americanos. É uma noite em que "as pessoas decentes se tornam exibicionistas ultrajantes". Sessenta por cento de todas as fantasias são vendidas a adultos.
No dia 31 de outubro, umas de cada quatro pessoas com idades que variam de dezoito a quarenta anos vestem algum tipo de fantasia representando certo personagem.

Para os leitores psíquicos, clarividentes e os que se declaram visionários, este é o dia mais agitado do ano. As editoras que publicam livros que vão desde astrologia até bruxaria registram um aumento colossal nas vendas. Salém, no Estado de Massachusetts, sede da bruxaria norte-americana, celebra na época do Halloween, o "festival da assombração", para expandir a temporada de verão.
SIMBOLISMO E SUAS ORIGENS:

Definição: "Hallowed" é uma palavra do Inglês antigo que significa "santo", e "e’en" também de origem inglesa significa "noite", então o significado é "Noite Santa" ou "All Hallows Eve", "Noite de Todos os Santos”.

O dia 31 de outubro não é uma escolha por acaso. No calendário celta, este é um dos quatro principais dias de descanso das bruxas, os quatro dias de "meio trimestre". O primeiro, 2 de fevereiro, conhecido como Dia da Marmota, honrava a Brigite, a deusa pagã da cura. O segundo, um feriado de maio chamado Beltane, era entre os bruxos, o tempo de plantar. Neste dia os druidas executavam ritos mágicos para incentivar o crescimento das plantações. O terceiro, uma festa de colheita em agosto, era comemorado em honra ao deus sol, a divindade brilhante, Lugh. Esses três primeiros dias marcavam a passagem das estações, o tempo de plantar e o tempo de ceifar, bem como o tempo da morte e ressurreição da terra. O último, Samhain, marcava a entrada do inverno. Nesse tempo, os druidas executavam rituais em que um caldeirão simbolizava a abundância da deusa. Dizia-se que era tempo de "estado intermediário", uma temporada sagrada de superstição e de conjurações de espirito.

Para os druidas, 31 de outubro era a noite em que Samhain voltava com os espíritos dos mortos. Eles precisavam ser apaziguados ou agradados; caso contrário, os vivos seriam ludibriados. Acendiam-se enormes fogueiras nos topos das colinas para afugentar os espíritos maus e aplacar os poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza. Recentemente alguns imigrantes europeus, de um modo especial os irlandeses, introduziram o Halloween nos Estados Unidos. No final do século passado, seus costumes se haviam tornado populares. Era ocasião de infligir danos às propriedades, e consentir que se praticassem atos diabólicos não tolerados noutras épocas do ano.
A Igreja Católica celebrava originalmente o "Dia de Todos os Santos" no mês de maio e não dia 1 de novembro como é feito atualmente. O Papa Gregorio III, em 835, tentando apaziguar a situação nos territórios pagãos recém conquistados no noroeste da Europa, permitiu-lhes combinar o antigo ritual do "Dia de Samhain" ou "Vigília de Samhain" (algo parecido com o que os católicos fizeram no Brasil com os deuses africanos e os santos da igreja no tempo da escravidão). O Panteão de Roma, templo edificado para adoração de uma multiplicidade de deuses, foi transformado em igreja. Os cristãos celebravam ali o dia dos santos falecidos no dia posterior ao que os pagãos celebravam o dia de seu Senhor dos Mortos.
DRUIDAS
Estes eram membros de um culto sacerdotal entre os celtas na antiga França, Inglaterra e Irlanda que adoravam deuses semelhantes aos dos gregos e romanos, mas com nomes diferentes. Pouco se sabe sobre eles, pois os sacerdotes passavam seus ensinamentos apenas oralmente jurando e fazendo jurar segredo. Algumas práticas, porém são conhecidas. Eles moravam nas florestas e cavernas, e diziam dar instruções, fazer justiça e prever o futuro através de vôo de pássaros, do fogo, do fígado e outras entranhas de animais sacrificados. Os druidas também ofereciam sacrifícios humanos e tinham como sagrados a lua, a "meia-noite", o gato, o carvalho, etc. Os druidas foram dizimados pelos romanos na França e Inglaterra antes do final do primeiro século, mas continuaram ativos na Irlanda até o quarto século.
BRUXAS E FANTASMAS

Os antigos druidas acreditavam que em certa noite (31 de outubro), bruxas, fantasmas, espíritos, fadas, e duendes saiam para prejudicar as pessoas.
LUA CHEIA, GATOS E MORCEGOS

Acreditava-se que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais ocultos. O gato estava associado às bruxas por superstição. Acreditava-se que as bruxas podiam transferir seus espíritos para gatos, então se acreditava que toda bruxa tinha um gato. O gato era tido como "um espírito familiar" e muitos eram mortos quando se suspeitava ser uma bruxa.

Os druidas também tinham os gatos como animais sagrados, acreditando terem eles sido seres humanos transformados em gatos como punição por algum tipo de perversidade. Representavam portanto seres humanos encarnados, espíritos malvados, ou os "espíritos familiares" das bruxas. A cor do gato originalmente não era um fator importante. O morcego, por sua habilidade de perseguir sua presa no escuro, adquiriu a reputação de possuir forças ocultas. O mamífero voador também possuía as características de pássaro (para o ocultismo, símbolo da alma) e de demônio (por ser noturno). No período medieval acreditava-se que demônios transformavam-se em morcegos.
CABEÇAS DE ABÓBORA (“JACK-O-LANTERNS”)

A lanterna feita com uma abóbora recortada em forma de "careta", veio da lenda de um homem notório chamado Jack, a quem foi negada a entrada no céu, por sua maldade, e no inferno, por pregar peças no diabo. Condenado a perambular pela terra como espirito até o dia do juízo final, Jack colocou uma brasa brilhante num grande nabo oco, para iluminar-lhe o caminho através da noite. Este talismã (que virou abóbora) simbolizava uma alma condenada.
"TRAVESSURAS OU DOCES – “TRICK OR TREAT”

Acreditava-se na cultura celta que para se apaziguar espíritos malignos, era necessário deixar comida para eles. Esta prática foi transformada com o tempo e os mendigos passaram a pedir comida em troca de orações por quaisquer membros mortos da família. Também neste contexto, havia na Irlanda a tradição, que um homem conduzia uma procissão para angariar oferendas de agricultores, a fim de que suas colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Uma espécie de chantagem, que daí deu origem ao "travessuras ou doces" "Trick or Treat".
AS MÁSCARAS E FANTASIAS

As máscaras têm sido um meio de supersticiosamente afastar espíritos maus ou mudar a personalidade do usuário e também de comunicação com o mundo dos espíritos. Acreditava-se enganar e assustar os espíritos malignos, quando vestidos com máscaras. Também em outras culturas pessoas tem usado máscaras para assustar demônios que acreditavam trazer desastres como epidemias, secas, etc. Grupos envolvidos com magia negra e bruxaria também usam máscaras para "criar uma ligação" com o mundo dos espíritos.
AS FOGUEIRAS

A palavra inglesa para fogueira (de acampamento, festas, etc.) é "Bonfire". Alguém pode até pensar que quer dizer "fogo bom", mas na verdade vem de "Bone" (osso) + "Fire" (fogo). Nas celebrações da "Vigília de Samhain" nos dias 31 de outubro, os druidas acreditavam poder ver boas coisas e maus agouros do futuro através do fogo. Nestas ocasiões, os druidas construíam grandes fogueiras com cestas de diversos formatos e queimavam vivos prisioneiros de guerra, criminosos e animais. Observando a posição dos corpos em chama, eles diziam ver o futuro. Mais tarde, mulheres, crianças, filósofos e cientistas foram "assados" vivos por católicos, calvinistas e luteranos.
AS CORES LARANJA E PRETA

As cores usadas no Halloween, o laranja e o preto, também tem sua origem no oculto. Elas estiveram ligadas a missas comemorativas em favor dos mortos, celebradas em novembro. As velas de cera de abelha tinham cor alaranjada, e os esquifes eram cobertos com tecidos pretos.
  • Este artigo foi concedido gentilemente pelos irmãos da Igreja Aguas Profundas, na pessoa do Pr Luciano. visite o site e confira varios estudos biblicos: www.aguasprofundas.com.br

AS SETE LEIS DO EXITO




O Dr Herbert Armstrong escreveu um livreto interessante: "Las 7 Leyes Del Exito." Este livreto é publicado em ingles e espanhol e pode ser adquirido gratuitamente, caso voce tenha interesse. O endereço para adquirir um exemplar fica no final desse artigo. Gostaria de fazer aqui um resumo interessante desses sete princpios porque realmente as coisas funcionam bem quando tudo está em harmonia com seu todo. Além disso essas sete leis foram o resultado de estudos e observaçoes através de longos anos de experiencia de vida que teve o Sr Armstrong.

A primeira lei do exito é: Fixar-se na meta correta. Se voce deseja vencer e ter exito em um empreendimento, voce precisa fixar a sua atenção o seu coração e a sua força nesse alvo. Deve buscar maneiras para fazer funcionar o seu todo dentro dessa perspectiva. um alvo fixo, é o modo correto de acerta-lo. Por isso deve fixar todo o seu ser no alvo a ser alcançado. Sabemos que uma grande conquista não acontece da noite para o dia, mas sabemos que os maiores vencedores, eram pessoas que tinham uma visão que não era removido por qualquer coisa. atente para esse principio, porque ele é de suprema importância se você deseja vencer.

A segunda lei do exito do exito é: educação e preparação. Aqui está algo essencial, como você pode ter exito em alguma coisa sem ter conhecimento amplo sobre o assunto a empreender? no meu ponto de vista o empreendedor deve agir na medida certa no que tange buscar conhecimento amplo sobre o que voce vai empreender. Deve ter uma formação equilibrada e estruturada. Por isso ai vai as dicas; ler livros, material sobre o assunto, buscar se aperfeiçoar no tema e buscar todos os recursos disponiveis para aprimorar sua educação e sua preparação no assunto em que deseja ter exito.

A terceira lei é: Ter boa saúde. Quando Armstrong falou em saúde, ele abrange os aspectos fisicos e emocionais. Temos que ter equilíbrio físico e espiritual, para poder enfrengar os desafios com sabedoria, e tomar as decisões acertadas. O equilíbrio da nossa vida está no fato de que tudo vai bem em nós.

A quarta lei é; Ação. É isso mesmo, temos que lutar. agir em busca de nossos propósitos. A ação determina a nossa conquista. Se quisermos alcançar exito em nosso empreendimentos temos que agir a favor disso.É lógico que DEUS nos ajuda e faz a sua parte, mas a nossa não pode deixar de ser feita, afinal de contas ele nos dá força e inteligência exatamente para isso, para agir a favor de nossos sonhos e conquistas.

A quinta lei é: Inteligência. Voce precisa tomar decisões urgentes? precisa pensar rápido, e para tomar decisões numa circunstância assim, se faz necessário que tenha inteligência e discernimento da situação.

Inteligência nos dá discernimento, e isso sem duvida faz a diferença na hora do apuro ou na hora da adversidade. Quem é inteligente, sabe tomar decisões sábias, sabe manobrar as situações difíceis, transforma-las em algo que se torne favorável.

A sexta lei é: Perseverança e tenacidade. Não podemos ser frouxos temos que ser persistente, a perseverança não é uma virtude comum. Temos que lutar com tenacidade. O desanimo é inimigo do vencedor, sempre será! Se não deu certo, Temos que tentar novamente, e isso quantas vezes for possivel, isso é tenacidade! não devemos desanimar nunca, desistir jamais! temos que ser fortes, se quisermos ser vencedores.

A sétima lei é: DEUS. É isso mesmo, Ele deve ocupar um lugar especial na nossa vida e no nosso coração. Uma vida devocional ativa, DEUS deve ser o alvo na nossa vida, e portanto nosso sucesso depende dEle, e deve honrá-lo. Cada vez mais encontramos pessoas se afastando de DEUS, e tentando construir sonhos sem Ele, mas na verdade o legado de muitos homens que triunfaram no passado e no presente, tinham essa lei básica: Acreditar em DEUS e amá-lo. Faça isso também, e sua vitória será certa!


CLAVIO JUVENAL JACINTO

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

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