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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Igreja e pecadores enganados

A maior tragedia de uma alma, é perder-se eternamente, não por causa de um mundo que está condenado pelo pecado, mas por tornar-se membro de uma igreja que não condenou o pecado(Clavio J. Jacinto)

sábado, 29 de junho de 2013

A FIRMEZA NA FE





Ha uma exortaçao de Paulo em II Tessalonicenses 2:2 onde ele ensina que nao devemos nos mover facilmente de nosso entendimento. Paulo fala em firmeza de convicções, para nao ser levado por vento de doutrinas e nao naufragar na fé. Tenho visto e presenciado como a grande maioria dos cristãos, não tem uma firmeza, talvez não fosse assim no passado, mas hoje vimos quantos mudaram de mal pra pior, em questões de principos e doutrinas.
 Você pode ver como as pessoas no mundo secular mudam, de forma rapida, suas convicções são baseadas ou no relativismo moral ou na corrente etica vigente na cultura. Como o mundo não crê em absolutos, e facil fazer com que sejam removidos de um entendimento para um falso entendmento, ou como saem de uma verdade para um equivoco.
 Mas cristãos mudarem de opinião com relaçao as coisas essenciais é um outro problema. Não estou falando em questões doutrinarias tipo mudar de opinião sobre o dons do Espirito Santo, se eles são atuais ou não, ou sobre questões escatologicas, ja que existe uma variante bem grande entre os evangelicos sobre o assunto, podemos conviver facilmente com mudanças assim. mas a questão maior são os principios, aquilo que consderavamos pecado ontem, e que agora não é mais. Vejamos por exemplo questões fundamentais, como divorcio e separaçao do mundo. Qual era a posição das Igrejas e seus lideres algumas decadas atrás? E hoje? houve uma mudança, os velhos conceitos foram colocados de lado, assim, uma mudança ocorre aos poucos, e muitos cristãos, que na verdade nunca tiveram convicções firmes, sao removidos do entendimento, porque o que creem, suas convicções são basicamente superficiais, há só uma capa fina de vernz de evangelho, o relativismo e a cultura secular fala muito alto, para muitos ouvidos, bem mais alto do que as sagradas escrituras.
 Um cristão deve ter convcção firme, a base de am convicção firme não a experiencia, mas a verdade contida nas escrituras. A experiencia pode ser contraria as escrituras, para a verdadeira doutrina é biblia em todos os sentidos.
 Ainda recentemenete, estava conversando com um irmão, que contava sobre o testemunho de alguem que tinha inumeras vezes ao inferno, todas as suas incursões ao inferno, como experiencia, superando a narração das escrituras, que fala do Rico na descrição do rico e do Lazaro, já que no texto, o rico foi, e queria voltar, mas a resposta que teve lá no inferno, é que sua familia tinha os profetas( Uma clara descrição da existencia do pentateuco como livro de revelação) notamos que essa resposta é delineada sobre uma circuntancia clara de que os profetas do Antigo Testamento não falaram muito sobre o inferno, mas o que tem escrito lá, era suficiente para uma advertencia sobre a existencia da maldição eterna. Com o advento do Novo Testamento, a doutrina da danação eterna tornou-se mais clara, Cristo mesmo ensinou muito sobre isso. Com tantas experiencias de arrebatamentos até as profundezas do inferno, cada qual contando a sua versão, com requines de contradições na experiencia, acabei optando por crer somente na Biblia, porque uma experiencia que nos leva a ter revelações de elementos naõ contido nas escrituras, leva sempre em direção de novas doutrinas, doutrinas estranhas, e conceitos errados a respeito da escatologia. Quando se tem uma convicção firme, o discernimento espiritual é uma atitude urgente, quando a questão é: Experiencia, revelações, sonhos, etc etc. 
 Não mover facilmente do entendmento, é ter uma firmza na fé, isso só é possivel quando se analiza, quando se estuda, quando cultivamos uma vida de pesquisas e estudos de maneira contínua e exaustiva, isso com relação as escrituras sagradas.
 A firmeza é propria de quem tem como fundamento a pessoa, a obra e o ensino de Cristo, Convicções firmes, gera cristãos fortes, equilibrados, amadurecidos, que não amam o presente seculo, mas estão firmes, esperando o grande dia da Vinda de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Amém

Clavio Juvenal Jacinto

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Principios e virtudes


sábado, 17 de novembro de 2012

DEVE O CRISTÃO PRONUNCIAR DE MODO LITURGICO O NOME DE DEUSES FALSOS?




Há alguns mandamentos das escrituras que parecem passar despercebidos diante de nossos olhos, e isso não é demasiadamente perigoso? Tenho encontrado muitos irmãos que  tenho algo contrario aos ensinos das escrituras. Faz muito tempo que ouvi certa irmã, que antes de sua conversão tinha passado pelo afro-espiritismo, convertida ao evangelho, começou a introduzir em suas pregações os elementos  litúrgicos, como por exemplo os nomes dos deuses afros (demônios) em suas pregações e seus testemunhos. Assim ela descrevia e pronunciava os espíritos do baixo espiritismo, alguns desses nomes era até mesmo indecentes. Aliás toda a hierarquia espiritual do baixo espiritismo parece ter de alguma forma nomes estranhos. A pergunta é: deve se mencionar o nome dessas entidades em nossas orações, sermões ou em nossas conversas? Aliás a pergunta ela é bem mais abrangente, ela também inclui qualquer tipo de divindade seja ela do baixo espiritismo, do romanismo ou da nova era ou paganimso etc. Devemos ir para as escrituras, ela é a nossa é regra de fé:

E em tudo o que vos tenho dito, guardai-vos; e do nome de outros deuses nem vos lembreis, nem se ouça da vossa boca. (Ex 23:13)
O SENHOR proibiu aos seus filhos mencionar o nome de outros deuses, principalmente quando se trata de nomes torpes. Veja que não é comum, aliás encontramos algumas passagens nas escrituras onde os judeus que fizeram oposição ao ministério de Cristo mencionaram o nome Belzebu(Lucas 11:15 por exemplo) mas não há na bíblia um versículo que apóie tal coisa. No confronto espiritual com demônios, tanto Cristo quanto os apostolos simplesmente expulsavam,  as raras exceções de um dialogo, como no caso do Gadareno, são descrições, e não uma prescrição. Por isso não deve nunca ser padronizado na guerra espiritual.
Devemos manter a sabedoria e a prudência, Paulo adverte:
Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. (Ef 4:29)

Assim, nosso dever é não pronunciar nome de deuses e entidades,  apenas menciona-los como de fato são, espíritos imundos, demônios ou falsos deuses. Esse é o ensino contextual das escrituras. Devemos tomar cuidado com o que a bíblia diz, para que não venhamos a cair em erros.  Finalizando, dias atrás assisti um vídeo de um culto neopentecostal  com ênfase demasiada em um louvor estranho se falava mais nas entidades afros, do que em Cristo. Enquanto  isso o povo se envolvia em movimentos corporais frenéticos, tipo girando o corpo consecutivamente de modo descontrolado.  Tais coisas são estranhas as paginas das escrituras, um comportamento frenético descontrolado não é sinal de um culto racional.
Mas que o SENHOR abrir nossos olhos, para que possamos entender qual seja a pefeita e santa vontade daquele que o NOSSO SENHOR
Clavio Jacinto